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Uma coisa é certa: Jesus voltará!

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Eu não queria discorrer sobre  o óbvio ululante como costumam dizer alguns amigos,  mas as vezes é necessário correr em defesa do que diz a palavra de Deus. Se bem que Deus não precisa de advogados até porque ele sim que é o nosso defensor, o nosso guerreador, seu nome é Jesus Cristo.

Aqui e acolá aparece um ou outro pregando acerca do   fim do mundo. Desta feita foi a vez de um numerólogo britânico David Meade que fixou  que o mundo deverá se  acabar em 15 de outubro do corrente ano.

Basta que  verifiquemos o que está  escrito em Mateus 25:13 e ai sim deveremos permanecer  em estado de vigilância porque não sabemos o dia nem a hora do fim do mundo.

Nesse mesmo capitulo é citado à parábola dos talentos. Pois o fim se dará  como um homem que, ausentando-se do pais, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade; e, então, partiu. O que recebera cinco talentos; e, então saiu imediatamente  a negociar com eles e ganhou outros cinco.

Mesmo não comungando com a ideia do referido numerólogo eu diria que devemos esta preparados  para a volta de Jesus que está próxima. Não me arriscaria  dizer dia, mês, ano nem hora tal qual Meade fez. Mas devemos ser vigilantes, confiramos em Deus e pregarmos  as boas-novas,  pois com relação ao final dos tempos nem os anjos sabem a respeito e somente ao Pai compete essa decisão.

E para aqueles que são injustos continuem a praticar injustiça; continue o imundo na imundícia; continue o justo a praticar justiça; e continue o santo a santificar-se.
Eis que venho em breve! retribuirei a cada um de acordo com o que você fez. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.

Patrimônio Cultural

Parabéns feira central pela tua importância e fama. Que o segundo passo  para ti, seja de cuidados e mimos na tua estrutura física.

Deficiente

E como esta sexta-feira, 29 é o  dia D para a inclusão do deficiente físico no mercado de trabalho, eu diria que a melhor coisa que se pode fazer para o portador de deficiência é atenção, respeito e amor e como complemento inseri-lo no mercado  trabalho.

 

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