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Veneziano acredita que será um suicídio político caso o MDB saia novamente sozinho nestas eleições, como ocorreu em 2014

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O Deputado Federal  Veneziano Vital do Rêgo (MDB) afirmou, nesta segunda-feira (29), que seu desejo mais profundo é permanecer no partido, mas que para isso é necessário que o senador e pré-candidato a governador José Maranhão garanta viabilidade eleitoral para os candidatos à reeleição dos cargos legislativos em que a legenda tem titularidade. Para ele, será um suicídio político caso o MDB saia novamente sozinho nestas eleições, como ocorreu em 2014.
Segundo Vené, Maranhão tem até 6 de abril para dar segurança estratégica aos demais filiados, que seria a aliança com partidos para coligação. De acordo com ele, esta condicionante não é apenas dele, mas dos demais deputados e candidatos à Câmara Federal e Assembleia Legislativa. “Eu não estou autorizado a falar em nome deles. Mas é público. O MDB, que tem uma apresentada candidatura ao governo legítima, que é a de José Maranhão. Isso nós não discutimos. O que a gente discute dentro do MDB é que para nós, que estamos a postular uma recondução, uma titularidade em mandato na Câmara e Assembleia, pergunto: será que isso volte a acontecer como aconteceu em 2014, momento em que o MDB saiu sozinho? Não acontece. Aquela eleição, o MDB saiu como vitorioso porque elegeu o senador José Maranhão, elegeu três deputados federais e quatro estaduais sozinho.  Mas isso não se repete. Então essa preocupação minha é a mesma preocupação de André Amaral, é a mesma preocupação de Hugo Motta, com quem falei recentemente semana passada. É a mesma preocupação de André Gadelha, que é candidato a estadual”, explicou.

Veneziano ainda foi mais explícito em seu argumento. “Só estou dizendo o sentimento que é meu, também identificando nos outros companheiros que têm autoridade para falar, que é a preocupação. Se nós chegarmos em abril, mais uma vez, e o MDB estiver lá com um nome viável, que é José Maranhão, mas se não estiver apresentando partidos com os quais possa criar condições para que, em coligações, criar melhores para as disputas eleitorais, é muito pouco provável que eles se estimulem a permanecer. Essa é a minha impressão por aquilo que eu tenho ouvido”, declarou.
Fonte: ASCOM

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