Os oposicionistas Antônio Pimentel Filho (PSB), Valéria Aragão (REP) e Tertuliano Maracajá (REP) votaram a favor do projeto do Poder Executivo.
Um projeto que se arrastava na Câmara Municipal de Campina Grande, alvo de muitas discussões entre os parlamentares, acabou aprovado com folga em sessão nesta quinta-feira (7). Trata-se do projeto encaminhado pelo Poder Executivo que prevê o parcelamento de débitos com o Ipsem – Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Campina Grande em 300 meses.
A aprovação (14 a 6) contou, inclusive, com votos da bancada de oposição. Surpreendentemente, até mesmo o líder da bancada oposicionista – Antônio Pimentel Filho (PSB) – votou favorável, a exemplo da vereadora Valéria Aragão (Republicanos) e Tertuliano Maracajá (Republicanos).
Votaram contra, os vereadores da oposição Sargento Cobra (PSB), Waléria Assunção (PSB), Ana Cardoso (Republicanos), Kallynã Dias (PSB), Olimpio Oliveira (Podemos) e Jô Oliveira (PCdoB). O vereador Rostand Paraíba (PP) se ausentou da sessão na hora da votação.
Da bancada situacionista, disseram “sim” à aprovação: Alexandre do Sindicato (PL), Saulo Noronha (MDB), Dinho Papa-léguas (PSDB), Frank da Saúde (Podemos), Severino da Prestação (MDB), Carol Gomes (PL), Pâmela Vital (MDB), Luciano Breno (Avante), Márcio da Eletropolo (PSB), Plínio Gomes (PL) e Rafafá (Podemos). A vereadora Ivonete Ludgério (UB) não esteve presente nem votou de forma remota..
Os débitos junto ao Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Campina Grande a serem parcelados estão na Justiça. A cobrança do Ipsem à prefeitura ocorre em função de repasses não feitos entre 1994 e 2004, com a conta corrigida chegando a cerca de R$ 600 milhões.
Também na sessão desta quinta-feira, a Câmara de Vereadores aprovou um outro projeto de interesse do prefeito Bruno Cunha Lima (UB): institui a Escola Municipal de Trânsito, que terá à frente a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP).

