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A recente denúncia feita pela vereadora Fabiana Enfermeira, relatando episódios de constrangimento, interrupções constantes durante suas falas, tentativas de silenciamento e pressão psicológica no exercício do mandato parlamentar, reacendeu o debate sobre a violência política contra a mulher na Paraíba.

Diante do ocorrido, a vereadora Kallyna Dias manifestou solidariedade à parlamentar e destacou a importância de fortalecer mecanismos de proteção e respeito às mulheres que ocupam espaços de poder.

Na Câmara Municipal de Campina Grande, Kallyna Dias é autora do Projeto de Lei nº 370/2026, que institui o Programa Municipal de Prevenção e Combate à Violência Política contra a Mulher. A proposta busca promover ações educativas, conscientização, acolhimento e combate a práticas que tentem intimidar, constranger ou impedir a atuação feminina na política.

Segundo a vereadora, situações como a denunciada por Fabiana demonstram que muitas mulheres ainda enfrentam resistência, desrespeito e ataques psicológicos apenas por exercerem seu direito legítimo de representação popular.

“Recebo com tristeza o relato da vereadora Fabiana Enfermeira. Nenhuma mulher deve ser silenciada, ridicularizada ou pressionada no exercício do seu mandato. A violência política muitas vezes acontece de forma velada, através de interrupções, constrangimentos e tentativas de descredibilizar a fala feminina. Precisamos enfrentar essa realidade com firmeza e responsabilidade”, destacou Kallyna.

O Projeto de Lei 370/2026 propõe ações permanentes de conscientização sobre violência política de gênero, incentivo à participação feminina nos espaços de decisão e criação de instrumentos de orientação e prevenção dentro do município.

A parlamentar ressaltou ainda que combater esse tipo de violência não é uma pauta partidária, mas uma defesa da democracia e do respeito institucional.

“A presença das mulheres na política precisa ser assegurada com dignidade, respeito e igualdade. Quando uma mulher eleita é atacada ou silenciada, toda a democracia perde”, concluiu.

 

Com ASCOM

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