A vereadora Jô Oliveira (PCdoB) utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (1º) para manifestar solidariedade aos servidores e servidoras da Saúde e aos trabalhadores e trabalhadoras de apoio do município de Campina Grande, que iniciaram um movimento grevista após meses de tentativas de negociação sem respostas concretas por parte da gestão municipal.
Em sua manifestação, Jô destacou que a greve é um direito legítimo da classe trabalhadora e ressaltou que a paralisação acontece após sucessivas tentativas de diálogo realizadas pelas categorias e pelo sindicato que as representa.
“A greve é sempre uma medida extrema, tomada quando as tentativas de diálogo e negociação não encontram respostas concretas. Nenhum serviço público de qualidade é possível sem o reconhecimento e o respeito aos seus trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou a parlamentar.
A vereadora também lembrou que o seu mandato tem acompanhado e denunciado, de forma permanente, os problemas enfrentados pela rede municipal de saúde. Entre as principais dificuldades apontadas estão a precarização das condições de trabalho, a falta de estrutura adequada para atendimento da população e a ausência de valorização dos profissionais que atuam nos serviços públicos.
Para Jô Oliveira, a greve é resultado direto da falta de respostas efetivas da Prefeitura às demandas apresentadas pelos servidores. “Quando não há diálogo e não há disposição para construir soluções, os trabalhadores acabam recorrendo aos instrumentos legítimos de mobilização e luta que possuem”, pontuou.
A parlamentar destacou ainda que a valorização dos servidores públicos está diretamente relacionada à qualidade dos serviços oferecidos à população. Segundo ela, investir nos trabalhadores e trabalhadoras é também investir em saúde, educação e atendimento de qualidade para os campinenses.
Jô Oliveira defendeu que a gestão municipal retome imediatamente as negociações com as categorias e construa uma solução dialogada para o impasse. “É fundamental que a Prefeitura apresente respostas concretas e abra um canal efetivo de negociação. Quem sofre com a falta de soluções são os servidores, mas também toda a população que depende dos serviços públicos”, concluiu.
Assessoria de Imprensa

