Campina Grande (PB) – A paciente oncológica Daiana Oliveira, residente em Campina Grande e recentemente diagnosticada com metástase, teve o seu tratamento retomado após quase dois meses de suspensão no fornecimento da medicação pela Secretaria Municipal de Saúde.
O medicamento em questão, de alto custo – avaliado em aproximadamente R$ 21 mil por caixa –, é de uso contínuo e não pode ser interrompido nem por um único dia, sob risco de comprometer de forma irreversível a eficácia terapêutica. A interrupção, além de descumprir uma ordem judicial, agravou ainda mais o quadro clínico da paciente.
O caso ganhou repercussão pública após cobranças feitas pelo vereador em suas redes sociais. A partir de então, o parlamentar Sargento Wellington Cobra passou a acompanhar de perto a situação, encampando uma verdadeira batalha para assegurar o direito de Daiana ao tratamento.
“Não se trata apenas de burocracia, mas de vida. Cada dia sem a medicação significava mais sofrimento e risco para a paciente. Fizemos questão de cobrar, fiscalizar e buscar alternativas para que esse problema fosse solucionado”, destacou o parlamentar.
Após articulações e cobranças, o impasse foi solucionado em parceria com o Hospital da FAP, que garantiu a retomada do tratamento e a disponibilização imediata da medicação necessária. Para Daiana, essa conquista representa a possibilidade de prosseguir na luta contra o câncer com dignidade e esperança.
O episódio expôs não apenas a fragilidade da política de fornecimento de medicamentos de alto custo no município, mas também a gravidade do descumprimento de determinações judiciais pela gestão municipal. Ao mesmo tempo, reforçou a relevância do Hospital da FAP para Campina Grande e para todo o Estado da Paraíba. A instituição tem se consolidado como um pilar essencial no atendimento oncológico e em diversas outras áreas da saúde, demonstrando comprometimento com a vida, responsabilidade social e dedicação à saúde pública, sendo referência para toda a região.
“A nossa presença é constante e o nosso compromisso é eterno. Seguiremos acompanhando de perto a situação de Daiana e de tantos outros pacientes que enfrentam dificuldades semelhantes. A saúde deve ser prioridade absoluta, e não podemos permitir que vidas sejam colocadas em risco pela falta de medicamentos”, concluiu o vereador.
Assessoria de Imprensa